Queda do indicador principal e nível mensal
O relatório do Census Bureau sobre gastos com construção de setembro de 2026 mostrou que os gastos totais caíram 1,9% em relação a agosto, para uma taxa anual ajustada sazonalmente de US$ 2.186,1 bilhões, contra uma estimativa de alta de 0,3%. Os gastos de agosto ficaram em US$ 2.227,4 bilhões após revisão, de modo que a queda mês a mês equivale a cerca de US$ 41,3 bilhões na taxa anual. O resultado foi mais fraco do que a estimativa e marcou uma reversão em relação ao ganho revisado de agosto.
Agosto revisado e comparações anuais
A leitura de agosto foi revisada para cima, para um ganho de 2,0%, ante os 0,9% informados anteriormente, o que significa que setembro sucedeu um agosto mais forte do que o inicialmente reportado. Na comparação ano a ano, os gastos totais com construção ficaram 2,7% abaixo de setembro de 2025. Os gastos nos primeiros nove meses de 2026 ficaram 2,9% abaixo do mesmo período do ano anterior, ampliando a comparação além do número mensal isolado.
Setor residencial privado lidera a queda
Os gastos com construção privada caíram 2,4%, para US$ 1.639,3 bilhões, ante US$ 1.680,3 bilhões, uma queda de cerca de US$ 41,0 bilhões na taxa anual. Os gastos residenciais privados recuaram 5,5%, para US$ 848,8 bilhões, ante US$ 898,0 bilhões, uma redução de aproximadamente US$ 49,2 bilhões. Essa queda residencial foi maior do que a queda dos gastos privados totais porque os gastos privados não residenciais subiram 1,1%, para US$ 790,6 bilhões, ante US$ 782,3 bilhões, um aumento de cerca de US$ 8,3 bilhões. Dentro do segmento privado, a queda residencial mais do que compensou o ganho não residencial e foi o maior componente negativo do relatório geral.
Construção pública praticamente inalterada
Os gastos com construção pública ficaram praticamente estáveis, recuando 0,1%, para US$ 546,8 bilhões, ante US$ 547,1 bilhões. Os gastos públicos com educação foram de US$ 113,1 bilhões tanto em setembro quanto em agosto, permanecendo praticamente inalterados. Os gastos públicos com rodovias caíram 0,3%, para US$ 149,2 bilhões, ante US$ 149,7 bilhões. Como o segmento público mudou pouco, ele não compensou a queda do setor privado, e as categorias privadas responderam por quase toda a queda mensal total.
O que o relatório mede
O relatório mede o valor em dólares das obras de construção concluídas em projetos residenciais, comerciais e públicos, não o número de projetos iniciados nem o volume de atividade física. Os números mensais são ajustados sazonalmente e expressos em taxa anual, o que significa que representam o ritmo implícito no nível de um único mês caso ele fosse mantido por um ano, e não o valor gasto apenas naquele mês. Os dados estão sujeitos a revisão, como mostra a revisão para cima de agosto, portanto as leituras mensais iniciais podem mudar à medida que informações mais completas ficam disponíveis. Como a série acompanha gastos em dólares, as variações podem refletir tanto a atividade de construção quanto os preços, uma limitação relevante na interpretação da queda de setembro.
Este artigo é reescrito a partir de fontes públicas de notícias e posteriormente processado por IA. É fornecido apenas para fins informativos e não constitui aconselhamento de investimento — consulte a fonte original para a versão oficial.